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Dissertação do NAU sobre acessibilidade em Museus é aprovada com louvor

A dissertação de Priscyla Barbosa, que tratou acessibilidade em museus sob a perspectiva de pessoas surdas com uso de realidade aumentada foi aprovada com louvor pela banca avaliadora composta pela Professora Renata Fortes da Universidade de São Paulo (USP) e o Professor Sean Siqueira da UNIRIO.

Priscyla realizou um estudo de caso no Museu da Geodiversidade da UFRJ com intuito identificar as caraterísticas de acessibilidade e usabilidade necessárias para uma boa interação de usuários surdos com os conteúdos de um museu de forma acessível. Uma das ações realizadas no escopo da pesquisa foi o desenvolvimento de um aplicativo para smartphone que utiliza realidade aumentada para fornecer diferentes tipos de informações sobre uma das salas expositivas do museu.

O aplicativo foi submetido à avaliação de especialistas de acessibilidade e de um grupo de cinco usuários surdos. A avaliação com os usuários no contexto real de uso identificou as demandas dos surdos e os efeitos na promoção da acessibilidade com o uso da realidade aumentada.

Em breve a pesquisa estará disponível (e acessível) aqui no site do NAU, na seção Orientações: mestrado. Confira algumas fotos da defesa.

Priscyla Barbosa
Priscyla sentada, assinando a ata de defesa

 

Tradicional fotografia da banca após aprovação da dissertação, capturada por um fotógrafo. Estão na foto: Simone, Priscyla, Renata e Sean

Priscyla e a banca avaliadora, após resultado da defesa

 

Priscyla e três colegas do museu de Geodiversidade, entre eles Aline Rocha e Renan Gomes

 

Priscyla e os colegas do Museu de Geodiversidade da UFRJ